terça-feira, 28 de agosto de 2007

Não existem palavras para este momento.
Só a perplexidade e uma tristeza abissal.
Amo você, Fal.

sexta-feira, 24 de agosto de 2007

A Laura anda apaixonada pela Cinderela. Eu conto a história todas as noites, e ai de mim se mudar uma vírgula.
Ontem, eu contava o final da história pela milésima vez: "e aí ela e o príncipe se casaram..."
E ela me interrompeu, no maior deboche:
"Ela casou descalça, né, mãe?"

sexta-feira, 17 de agosto de 2007

EU NUNCA MAIS NA MINHA VIDA TENTO ME VIRAR SEM EMPREGADA.

Dalva is back. Together-forever-inside.

Eu tentei, hein? Juro por Deus que tava toda empolgada, me sentindo * A CORAJOSA* por topar encarar sozinha a boca quente. Sifudi total.

O que me leva a pensar: como é que tem mãe que consegue? Casa limpinha, filhos educadinhos, comida gostosinha, trabalhinhos manuais nas horas (!!!!!!!!!!) vagas?! Cara, isso aqui virou um pandemônio. Segunda-feira: panela no fogo, Júlia esgoelando, querendo mamar, Felipe atrasado com a lição de casa, Gabriel sem encontrar a camiseta do uniforme, Laura chorando de dor "no furrrinho de fazer xixi". O que o Pipão fez? Sentou no chão e chorou. Bunda-mole.

Mas that's it. Pelo menos a Dalva tem horário para entrar e pra sair, salário e benefícios e não precisa parar o que está fazendo para amamentar. Porque com o passar dos dias eu SEMPRE acabo me sentindo escrava e isso SEMPRE acaba me enfurecendo.

Mudando de assunto:
Ai, quando é que eu vou poder falar quem vai ganhar um irmãozinhooooooooooooooo? Toda vez que penso nisso, dá vontade de sair pulando e cantando pela casa. Coisa mais linda.

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Fiquei uns dias sem internet, mas cá estou eu de volta.


A Júlia está um leitãozinho, cheia de gominhos e sorrisos banguela. Ainda está me dando baile com as cólicas, mas parece que estão diminuindo. Eu tou viciada em cheirar as mãozinhas dela. E aquele toicinho que está se formando atrás do pescoço. E os pés em forma de bisnaguinha.


Aqui, continuamos sem empregada. Mas já tem carro na garagem! EEEEEEEEEEEEEE!


E teve as férias, né? Tempo de enlouquecer (ora de fúria, ora de alegria) com a bagunça ao redor. E de ouvir e rolar de rir de passagens como essas:


Laura:
"Papai, vem contar "hitória" pra eu dormir."

Papai:
"Tá bom. Era uma vez uma princesa..."

Laura:
"Não, papai, quero "hitória atutadora!"

Papai:
"E como é uma história assustadora?"

Laura, com voz tenebrosa:
"Era uma vez um baaaaaaaalde de zóóóóoóólhos..."

Ou:


João Marcelo, primo de 7 anos, chamando o irmão para ir embora, depois de uma tarde inteira de farra:
"Luís Fernando? Cadê você?"

Luís Fernando, 5 anos, de dentro do guarda-roupa da Laura:
"Eu não tô aqui! Tô lá fora, no carro!"