sexta-feira, 25 de agosto de 2006
quarta-feira, 23 de agosto de 2006
O nome desse blog não é só bonitinho. Ele tem tudo a ver comigo. Eu moro dentro do casulo, e não sei sair. Minhas asas atrofiaram, eu acostumei com o quentinho e a penumbra aqui de dentro.
Não é que eu não goste dos sons vindos de fora. Eu só não sei o que fazer com eles. Não é uma preferência, mas uma limitação. E eu preciso aceitar, entender, acolher. Quem sabe aí eu encontre mecanismos para mudar. Mas por enquanto, não. Por enquanto, meu esforço só me esgota.
Eu já me desculpei outras vezes. Não quero mais fazer isso, nem magoar ou decepcionar ninguém. Não quero aparecer, nem iludir, nem precisar fazer uma extensa lista de advertência para quem se aproximar. Por isso, estou parando.
Se alguém quiser falar comigo, pode escrever para casulinho@gmail.com. Só não se zangue se eu demorar para responder.
Para vocês, muitos beijos e minha gratidão sincera pela companhia. Hasta.
Não é que eu não goste dos sons vindos de fora. Eu só não sei o que fazer com eles. Não é uma preferência, mas uma limitação. E eu preciso aceitar, entender, acolher. Quem sabe aí eu encontre mecanismos para mudar. Mas por enquanto, não. Por enquanto, meu esforço só me esgota.
Eu já me desculpei outras vezes. Não quero mais fazer isso, nem magoar ou decepcionar ninguém. Não quero aparecer, nem iludir, nem precisar fazer uma extensa lista de advertência para quem se aproximar. Por isso, estou parando.
Se alguém quiser falar comigo, pode escrever para casulinho@gmail.com. Só não se zangue se eu demorar para responder.
Para vocês, muitos beijos e minha gratidão sincera pela companhia. Hasta.
domingo, 20 de agosto de 2006
Isso aconteceu aqui na minha cidade.
Ainda não sei o que é mais absurdo:
Mais de 200 pessoas esperando para fazer a prova, no único dia do mês reservado para isso.
Uma senhora idosa (70 anos), paraplégica, prestar a prova de direção SOZINHA no carro.
O pulha do delegado querendo tocar a prova depois do acidente, que matou uma pessoa, feriu duas e traumatizou a motorista.
Gente, o mundo PRECISA acabar.
Ainda não sei o que é mais absurdo:
Mais de 200 pessoas esperando para fazer a prova, no único dia do mês reservado para isso.
Uma senhora idosa (70 anos), paraplégica, prestar a prova de direção SOZINHA no carro.
O pulha do delegado querendo tocar a prova depois do acidente, que matou uma pessoa, feriu duas e traumatizou a motorista.
Gente, o mundo PRECISA acabar.
quarta-feira, 16 de agosto de 2006
Uia! Cês viram o blogger novo?!
Meu irmão ligou aqui ontem à noite e me mostrou a nova conta dele no blogger. Uau, que legal, eu quero, me ensina, por que você tem e eu não tenho, aquela conversa toda de irmãos.
Ele, como sempre, insinuou que estava disposto a trocar a informação por alguma guloseima. De preferência, nutella, mas servia outra coisa gostosa também; ele aceitava.
De modos que lá fui eu, às 8 da noite, com um tapaué cheio de sopa de tomate e queijo pro rufião, que depois de tomar 2 litros da dita-cuja, revirando os olhinhos, resolveu me revelar o segredo: "É só criar uma conta nova, bobona. Tava boa a sopa."
Duh.
Receita da sopa de tomate:
1 cebola ralada e 3 tomates bem vermelhinhos (e pelados, se você preferir), refogados em manteiga.
Quando os tomates estavam desmanchando, coloquei 1 lata de molho pronto e duas de água. A receita manda tacar um cubinho de caldo de carne, mas eu pus só sal e uns temperinhos.
Esperei ferver e joguei lá dentro 250 g de queijo meia-cura e 2 colheres de maizena dissolvidas num pouco de leite. Mexi até ferver de novo, desliguei e coloquei uma lata de creme de leite sem soro. Servi com queijo ralado e azeite.
Ficou o crime. :-)
Ah, Meguilda, o Casulinho num vai acabar, não. O outro blog é só pra separar os assuntos ;-)
Meu irmão ligou aqui ontem à noite e me mostrou a nova conta dele no blogger. Uau, que legal, eu quero, me ensina, por que você tem e eu não tenho, aquela conversa toda de irmãos.
Ele, como sempre, insinuou que estava disposto a trocar a informação por alguma guloseima. De preferência, nutella, mas servia outra coisa gostosa também; ele aceitava.
De modos que lá fui eu, às 8 da noite, com um tapaué cheio de sopa de tomate e queijo pro rufião, que depois de tomar 2 litros da dita-cuja, revirando os olhinhos, resolveu me revelar o segredo: "É só criar uma conta nova, bobona. Tava boa a sopa."
Duh.
Receita da sopa de tomate:
1 cebola ralada e 3 tomates bem vermelhinhos (e pelados, se você preferir), refogados em manteiga.
Quando os tomates estavam desmanchando, coloquei 1 lata de molho pronto e duas de água. A receita manda tacar um cubinho de caldo de carne, mas eu pus só sal e uns temperinhos.
Esperei ferver e joguei lá dentro 250 g de queijo meia-cura e 2 colheres de maizena dissolvidas num pouco de leite. Mexi até ferver de novo, desliguei e coloquei uma lata de creme de leite sem soro. Servi com queijo ralado e azeite.
Ficou o crime. :-)
Ah, Meguilda, o Casulinho num vai acabar, não. O outro blog é só pra separar os assuntos ;-)
terça-feira, 8 de agosto de 2006
Lembram que eu tinha prometido novidades? Acho que agora já posso mostrar: meu blog novo, Peeps. É onde eu vou colocar as imagens e links bacanas que encontro por aí.
Ainda não terminei de colocar os links e o template precisa de uma garibada, mas é isso. Espero que vocês gostem!
Ah, sim: Krys, o nome Tango foi inventado pelo Felipe, quando encontramos o Tango I: "Olha, mãe, ele parece um tanguru!" Ficou sendo. :-)
Ainda não terminei de colocar os links e o template precisa de uma garibada, mas é isso. Espero que vocês gostem!
Ah, sim: Krys, o nome Tango foi inventado pelo Felipe, quando encontramos o Tango I: "Olha, mãe, ele parece um tanguru!" Ficou sendo. :-)
quarta-feira, 2 de agosto de 2006

Filho novo:
Tango II - o primeiro foi explorar o mundo e nunca mais voltou. Ou voltou e não nos encontrou - nos mudamos durante um dos seus sumiços habituais e, apesar de fazer inúmeras recomendações à vizinhança inteira, nunca mais soubemos dele. Mas o cão que chupava picolé com as crianças e enterrava minhas tartaruguinhas de cabeça para baixo jamais foi esquecido. Felipe, 2 anos depois, ainda desenha um menino e um cachorro-salsicha sorrindo ao sol.
Por isso, não pensei duas vezes quando nos ofereceram o "clonezinho"de presente. A mesma cor, a mesma cara de drama. A única diferença é que o Tango I tinha umas cicatrizes no pêlo e as bolinhas atravessadas :-) Difícil está sendo agüentar a roeção compulsiva, mas esse olhar e os gritinhos de alegria da molecada compensam qualquer coisa, não?
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